Como os fantasmas.
…Queria dormir, não posso, receia-me o modo de interação, e na postura obscura dos que passeiam sem fazer-se perceber – Fortuitamente, ao nu dos olhos, o que fica vestido em transparência, demonstra aos ouvidos que, em momento algum faz-se emudecer, irrompe sons ruidosos e dissonantes soando sem chances ao fluxo correto das palavras.
Confuso, gera vertigens, essa massa feita de sombra e frio compilados num sopro de tensão, envolvem, e o convite, é sem resposta de aceite. A mim, sobrou sentidos vazios, onde ao Peito cheio de escuridão, fez-se apertar tanto que, ficou a ponto de fazer nó.
Ansiedade, conjunto mórbido.
Cuspiu a realidade enfrentando as barreiras físicas como se não houvesse sanidade. De tudo, foi-se estipulado um certo manuseio sem escrúpulos da mente, e, sem tardar, ela fugiu de si para estar segura da invasão.
Não bastou…
…
continue…
27.6.09 às 10:50 AM
ñ há volta.
27.6.09 às 10:31 PM