Inicio certo

Na direção errada da Antítese.

Aos paralelos, os meridianos tornam-se novos, reflexo de tempos a bases lisas por complexidade. Tempos de Ouro, branco como a neve. Sendo o que há, não há discussões!

Por intermédio Solar, irradia o desanuvio e podemos inflar a novidade como balão a flutuar reluzente. O que permeava à luz era sombra que não sabia o seu ponto inicial, flatulenta, só queria esvair-se. Ocorreu que o eixo foi posto de maneira a incorrer sobre suas fissuras, no entanto, a calcificação é completa.

Sobra à margem o agudo afinado em meio aos graves mirando o prospecto regido nas montanhas. Este que faz de um corpo seu instrumento ao alcance dos inferiores capazes de cegassem pela obstinação. Iluminado é focar no que sai de dentro para fora, sendo desta forma o complemento lirico ao anseio que em si tem.

Aos Breves, educação é disciplina parlamentar. Aos navegantes, é lamentável pelos picos congelados das montanhas mais altas. Aos que preferem, é importante que seja da melhor da maneira. Aos que apenas querem, é importante perceber que não há mais voltas, mas há diferenciações.

A falta de conclusão para a percepção insuflada foi pelo excesso idiossincrático dos dados dados, de maneira alguma refere-se ao que não é real, no entanto, parece caber a antimatéria ser a detentora da verdade, compreendendo a antítese como o acelerador de fatos.


Pupilas

Não,  eu não me empolguei, apenas envolvi-me em ordinárias, brutas, mas de deliciosa textura…
Eu senti aquele gosto, fluía, enlouquecia meu paladar, era a passagem para dentro de mim.
Na outra… Ao toque, deflagrava a umidade que de toda indulgência facilitava o movimento.
Não foi breve.
Extraordinária, foi a mácula do sentido pelas rubras retas, em rigidez a ida, volta.
Sempre volta para ir.
Sempre me põe onde eu devo estar.
Sempre me tem como deve ter.
Sempre me deve como posso ter.
Sempre me corrompe pela ordem.
Envolve…
Sinto sempre o que penso umidamente
Foi a quem fez…
Dilacerou as pupilas…


Visões.

Existem alguns fatídicos manifestos idiossincráticos que delatam existências não literais e compatíveis aos olhos humanos, aos que sejam em comum a todos.

Essas experiências geralmente ocorrem sempre de forma natural, isso significa que o envolvido pode não perceber que o que vê não existe realmente ou o dito em um plano físico. Há um ponto de vista a ser questionado neste caso.

Sempre há o receio pelos “outros” (os que não estão envolvidos) de estas coisas se transmutarem a realidade e assim incitarem o desconhecido/assombroso mítico na mente humana. Isso já estaria em prática ou é uma bobagem? Creio que seria bobagem se não houvesse usualmente a possibilidade disso de fato vir à tona como algo que antes não seria possível, mas agora tende a ser, cujo, passaria a ter um novo “tipo” de consciência visual, portanto, transmutando o dito até então não visto.

Relevantemente, o que sugere indagar, é se tudo isso seria bom, interessante, ou algo que está fatalmente atrelado ao evolutivo momento humano. Qual seria o futuro dessas possibilidades de visão, juntando a sensação e a audição?

Não creio que os acontecimentos que não sãos usuais, possam estar ligados ao dito pelo sumo do dogmatismo de irrelevantes pensamentos negativos estarem a fim de se apossar de mentes pensantes. Me nego a ter que juntar qualquer situação a pertinência sugerido por eclesiásticos ou qualquer outro caminho de distorção religiosa. Nada em hipótese alguma pode estar além da própria evolução humana, totalmente congruente ao mundo.

- “Sim, livre por opção, mesmo tendo em ‘vista’ a dor que lhe confere pela falta de orientação, a não ser, pelo próprio bom senso”.

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